segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Bota pástrada

Por favor vão ver se estou a actualizar o http://www.vaicinco.blogspot.com/ irmão mais novo deste magano que tantas alegrias e tristezas espalhou por este mundo afora.
Ride on!
Um país feito num cavaco...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Enchidos e abastados

Malta da boa, parece que chegou ao fim do caminho o excelso blogue das motas marafadas e seus congéneres textos e ligações au meunier. Está gasto o espaço da giga para colocar fotos (grande vitória ao mesmo tempo). Agora só a pagantes e até nem é caro, com uns impúdicos 5 dólares a coisa faz-se, mas acontece que nem isso tenho por ora. Assim até que as votações para eleição automática do presidente mais nhonga do Sec XXI so far se realizem, népia de Vai5 (vão ao das gajas). Estágio sabático. Asta siempre camaradas!

Estranha absorção de poeiras cósmicas



"(...) penso no absurdo de escrever. De estar a escrever quando podia estar com os amigos, ir ao cinema, ir dançar que é uma coisa de que gosto... mas não, um tipo está ali e é um bocado esquizofrénico. (...) Há sempre uma parte subterrânea nas obras de arte impossível de explicar. Como no amor. Esse mistério é, talvez seja, a própria essência do acto criador. (...) Quando criamos é como se provocássemos uma espécie de loucura, quando nos fechamos sozinhos para escrever é como se nos tornássemos doentes. A nossa superfície de contacto com a realidade diminui, ali estamos encarcerados numa espécie de ovo... só que tem de haver uma parte racional em nós que ordene a desordem provocada. A escrita é um delírio organizado."

António Lobo Antunes


Já lá cantava junto ao peito, protegido pelo pullover, o livro autografado pelo sempre potencial nobel escritor. Num acto de loucura Idalécio Barbinha tinha estourado os cobres da venda das couves galegas num exemplar puído do "Cus de Judas". Estava tão radiante que se lançou na esgalha para as falésias de João d'Arens de modo a devorar esse livro na companhia das gaivotas e do mar.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Uma pedra na charca

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera-se a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela …é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”

Albert Einstein

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Natal é quando o homem quer!

Não se esqueçam amigos, que o Natal é sempre que o homem quer, sonha e a obra nasce. Se precisarem de peças, vão ao blog acima indicado, cujos colegas tiveram a amabilidade de nos enviarem esta belíssima motorizada para nos aquecer a vista. Saúde e força no canudo!